O Dia Internacional contra a Homofobia é celebrado em 17 de maio. A data foi escolhida em lembrança da exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística...
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domingo, 17 de maio de 2015
sábado, 20 de julho de 2013
JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE: QUE SEJAM BEM VINDOS POR MUNDO MAIS JUSTO, SOLIDÁRIO E FRATERNO
Neste final do mes de julho nossa Cidade do Rio de Janeiro tem vivido a expectativa, e já os primeiros movimentos da Jornada Mundial da Juventude, organizada pelos católicos.
Independente do credo de cada um, o importante é que as pessoas se encontrem por um mundo mais justo, solidário, fraterno, e sobretudo sem preconceitos.
Pelas ruas já avistamos muitos jovens sorridentes, alegria própria da idade, que contagia ao mais sisudo dos passantes.
Mochilas nas costas, malas de rodinhas, alarido forte, cançoes e muitas saudaçoes entre estranhos.
Aliás, seria interessante que, mesmo de credos diferentes, outros jovens aproveitassem para se encontrar, irmanados por um único objetivo: a fraternidade entre os povos.
Muito bom!
Que o clima festivo de amizade despojada de preconceitos inúteis, frutifique, para o bem de toda sociedade e do mundo.
Bem vindos todos!
terça-feira, 23 de abril de 2013
BRASIL: MERCADO DE CARTOES DEVE ATINGIR R$847 BILHOES
23/04/2013 - 11h23
Mercado de cartões deve crescer dois dígitos e alcançar R$ 847 bilhões neste ano
O mercado de cartões deve crescer novamente dois dígitos neste ano e atingir R$ 847 bilhões, segundo estimativa da associação do setor.
A alta deve ser de 16,9%, projeta a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), um pouco abaixo do crescimento de 18% no ano passado.
O aumento verificado no ano passado, no entanto, ficou abaixo dos 21% esperados pela Abecs.
Uma das explicações para o crescimento inferior foi uma mudança no cálculo dos indicadores da associação.
"Procuramos refinar os números de cartões na Abecs. Na nova divulgação, excluímos o cartão de loja, em que não há uma fonte tão fidedigna de informações. Para estes faremos uma estimativa esporádica", disse Marcelo Noronha, novo diretor-presidente associação. "Isso explica em parte o crescimento abaixo da meta."
Outro fator, na visão de Noronha, foi a curva de vendas no comércio não tão boa quanto o esperado.
FAMÍLIAS
Os cartões representaram 26,4% do consumo das famílias em 2012.
As transações de débito movimentaram R$ 244,8 bilhões, avanço de 20,6%, e as de crédito tiveram volume financeiro de R$ 479,5 bilhões, alta de 16,6%.
Fonte: Folha de Sao Paulo
segunda-feira, 25 de junho de 2012
RIO+20: NÃO TEMOS MAIS TEMPO PARA RETÓRICAS
Após cerca de 15 dias de dedicação à questão ambiental, com a imersão que vivemos na Rio+20, é surpreendente o descaso de algumas pessoas com o meio ambiente, como se não fosse a nossa casa.
Questionamos a retórica e o discurso de algumas da delegações da ONU, ainda pelo crescimento econômico, como sem entender que, se este for o caminho, vamos explodir de uma vez por todas.
Do alto da nossa "pseudo intelectualidade", "achamos legal" os índios e os "naturebas" que "não tem o que fazer", circulam e fazem passeatas, com seus gritos inflamados em favor da ecologia .
Bobagem, dizem muitos, não tem jeito mesmo. Se eu não poluir, outros irão. Chega ser patético.
Pura burrice, hipocrisia e dissimulação de acomodados de plantão que apenas enxergam uma turma de desocupados.
Muito pelo contrário, eles ("os índios e os naturebas") estão ocupados com assunto que nós, na infante ignorância, também deveríamos nos ocupar com a avidez de quem busca o último sopro de vida.
Eles tem razão e fazem a sua parte. E nós?Estamos no mesmo barco, digo, no mesmo Planeta. E apenas "achamos legal"?
Do alto da nossa "pseudo intelectualidade", "achamos legal" os índios e os "naturebas" que "não tem o que fazer", circulam e fazem passeatas, com seus gritos inflamados em favor da ecologia .
Bobagem, dizem muitos, não tem jeito mesmo. Se eu não poluir, outros irão. Chega ser patético.
Pura burrice, hipocrisia e dissimulação de acomodados de plantão que apenas enxergam uma turma de desocupados.
Muito pelo contrário, eles ("os índios e os naturebas") estão ocupados com assunto que nós, na infante ignorância, também deveríamos nos ocupar com a avidez de quem busca o último sopro de vida.
Eles tem razão e fazem a sua parte. E nós?Estamos no mesmo barco, digo, no mesmo Planeta. E apenas "achamos legal"?
Enquanto se fala em crescimento, o que difere sobremaneira da palavra desenvolvimento, apenas se defende o consumo de bens, por maior camada da população que, repita-se, hoje se encontra na casa de 7 bilhões de habitantes. Aliás, tema de planejamento que teremos que enfrentar.
Necessitamos tomar um caminho de reversão, reuso, reutilização para evitarmos uma explosão tão rápida e catastrófica. Urgente a mudança do ciclo industrial.
Neste particular é preciso imediatamente mudarmos o conceito da indústria de beneficiamento para efetivamente uma indústria de reciclagem e transformação de bens, sem maiores necessidades de buscarmos novas matérias primas, que exauridas não teremos de volta.
Discurso fácil e falso, se no meu cotidiano também não aplicar novas condutas e mudanças de hábito.
Ir de bicicleta ou à pés para lugares próximos, separar o lixo orgânico do reciclável, e se possível aplicar o orgânico no meu quintal e levar o reciclável para uma cooperativa. Sair com uma sacola dobrável para uma eventual compra no mercadinho. Parece pouco mas não é.
Ir de bicicleta ou à pés para lugares próximos, separar o lixo orgânico do reciclável, e se possível aplicar o orgânico no meu quintal e levar o reciclável para uma cooperativa. Sair com uma sacola dobrável para uma eventual compra no mercadinho. Parece pouco mas não é.
Não devemos esperar os outros. Façamos o que está em nosso alcance e, em último caso, também façamos discursos e nos incorporemos às passeatas, com os naturebas, os índios, os burocratas, todos enfim em favor de uma Terra mais saudável, justa e fraterna.
Um impulsiona o outro, quando a reciprocidade precisa ser equitativa entre o discurso e a prática.
Um impulsiona o outro, quando a reciprocidade precisa ser equitativa entre o discurso e a prática.
terça-feira, 19 de junho de 2012
RIO+20: DOCUMENTO DA CONFERENCIA AGUARDA APRECIAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO
19/06/2012 20:10
CNO Rio+20
Leia a íntegra do documento final “O Futuro que Queremos”, que será levado aos Chefes de Estado e de Governo no Segmento de Alto Nível da Rio+20, que começa nesta quarta-feira, 20 de junho, no Riocentro.
Leia mais no site da ONU
ONU publica documento final “O Futuro que Queremos”
O documento de 49 páginas finalizado na madrugada desta terça-feira, 19, está disponível em inglês no site das Nações Unidas.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
OMC / WTO: EUA CONDENADO POR SUBSIDIOS A BOEING
(AFP) – há 2 dias
GENEBRA — A Organização Mundial do Comércio (OMC) condenou nesta quinta-feira os subsídios estatais que, durante décadas, Washington repassou à Boeing, poucos meses depois de ter denunciado ajudas de Bruxelas ao construtor europeu Airbus.
Em seu documento de mais de 1.000 páginas, o órgão de solução de diferenças da OMC considera que algumas das ajudas, denunciadas pela União Europeia, constituem de fato subsídios contrários às normas do comércio mundial.
Segundo a OMC, essas ajudas ilegais alcançaram "ao menos 5,3 bilhões de dólares" entre 1989 e 2006.
"O grupo especial constata que os pagamentos e o acesso às instalações, equipamentos e empregados que a Nasa concedeu à Boeing em virtude de oito programas de pesquisa e desenvolvimento aeronáutico constituem subsídios específicos", explica o órgão.
Esses subsídios da Nasa chegaram a 2,6 bilhões de dólares, completa.
O órgão da OMC denuncia igualmente ajudas feitas através de 23 programas do Departamento de Defesa, cujo montante "não aparece claramente".
Os juízes da OMC consideraram igualmente ilegais isenções fiscais dadas à Boeing por meio da legislação federal, que alcançaram 2,2 bilhões de dólares.
Também condenaram ajudas recebidas de certos estados, como Illinois, Kansas e Washington, que chegaram a cerca de 560 milhões de dólares.
O informe conclui que "na medida em que os Estados Unidos atuaram de forma incompatível" com as regras da OMC, "anularam ou comprometeram vantagens para a Comunidade Europeia".
O órgão de solução de diferenças recomenda também aos Estados Unidos tomar "medidas apropriadas para eliminar os efeitos desfavoráveis" ou retirar os subsídios condenados.
Uma vez mais, Washington, Bruxelas e seus respectivos fabricantes de aviões, que disputam o posto de líder mundial há anos, cantaram vitória.
"A verdade sai finalmente à luz. A Boeing recebeu e continua recebendo ajudas que tiveram um efeito muito mais grave em termos de distorção do mercado" que os subsídios públicos concedidos à fabricante europeia, declarou o diretor de comunicação da filial do consórcio EADS, Rainer Ohler.
A Boeing reagiu imediatamente, afirmando que o veredicto "desmente 80% das denúncias apresentadas pela União Europeia contra os Estados Unidos, avaliando em apenas 2,7 bilhões o montante de subsídios ilegais".
A UE estimava em 24 bilhões de dólares os subsídios encobertos dos quais seu grande competidor teria utilizado. Essas ajudas ilegais, segundo a Airbus, causaram um prejuízo comercial de 45 bilhões de dólares entre 2000 e 2005.
O gabinete do secretário americano de Comércio, Ron Kirk, insistiu que o montante incriminado é muito pequeno, na comparação com a quantidade de ajudas ilegais que em junho do ano passado a OMC imputou à UE.
"No ano passado, um painel diferente concluiu que os europeus davam à Airbus ajudas" e "subsídios não autorizados pela OMC cujo montante alcançava cerca de 20 bilhões de dólares", indicou o comunicado do gabinete de Ron Kirk.
Europeus e americanos terão 60 dias a partir desta quinta-feira para apelar da decisão.
Fontes explicaram que Bruxelas prevê recorrer na sexta-feira a certos aspectos da decisão da OMC, apesar de se tratar unicamente de "elementos técnicos"
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
BRASIL: BANCOS BRASILEIROS TEM LUCROS BILIONARIOS
Lucro do Banco do Brasil é o maior da história dos bancos
Plantão | Publicada em 17/02/2011 às 12h00m
O GLOBORIO - O lucro do Banco do Brasil (BB) em 2010 foi o maior da história dos bancos no país, mostra estudo da consultoria Economatica. O banco público teve um ganho de R$ 11,703 bilhões no ano passado , uma alta de 15,3% sobre os R$ 10,148 bilhões de 2009. Sem efeitos extraordinários, o lucro anual foi de R$ 10,664 bilhões, acima dos R$ 8,506 bilhões de 2009. No quarto trimestre, entretanto, o lucro do BB caiu.
A Economatica considera os lucros de bancos de capital aberto. Os números compilados são os enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fechamento de cada ano, e a consultoria não considera ajustes feitos depois.
O segundo maior lucro da história também foi do BB, em 2009. O banco ainda aparece mais uma vez na lista. O terceiro maior resultado foi do Itaú Unibanco, em 2009, com lucro de R$ 10,067 bilhões.
No ano passado, o Bradesco obteve lucro líquido contábil de R$ 10,021 bilhões . Já o Santander registrou lucro líquido de R$ 7,382 bilhões, 34% acima dos R$ 5,508 bilhões de 2009 .
Veja a lista dos dez maiores lucros de bancos da história:
1- Banco do Brasil: R$ 11,703 bilhões (2010)
2 - Banco do Brasil: R$ 10,148 bilhões (2009)
3 - Itaú Unibanco: R$ 10,067 bilhões (2009)
4 - Bradesco: R$ 10,022 bilhões (2010)
5 - Banco do Brasil: R$ 8,803 bilhões (2008)
6 - Itaú: R$ 8,474 bilhões (2007)
7 - Bradesco: R$ 8,012 bilhões (2009)
8 - Bradesco: R$ 8,010 bilhões (2007)
9 - Itaú: R$ 7,803 bilhões (2008)
10 - Bradesco: R$ 7,620 bilhões (2008)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
BRASIL: CORREIOS DO BRASIL TEM PROPOSTA DE REFORMULAÇAO
Presidente dos Correios vai apresentar proposta de novo estatuto da empresa
Publicada em 05/01/2011 às 17h26m
Mônica Tavares
BRASÍLIA - O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, vai encaminhar até o fim desta semana a exposição de motivos e a proposta de reforma do estatuto da empresa ao Ministério das Comunicações. Ele se reuniu na tarde desta quarta-feira com o ministro Paulo Bernardo para discutir o assunto.
- Vamos deixar a empresa com uma melhor governança, mais parecida com a Petrobras, com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal principalmente - disse ele.
Com as principais modificações, segundo Pinheiro, os Correios vão ser obrigados a publicar balanço todos os anos até 30 de abril, e o presidente da diretoria executiva deixa de ser o presidente do conselho de administração. Ele acredita que essas medidas deixarão a empresa com maior transparência junto à sociedade e perante o governo.
- Vamos ser a primeira empresa a pôr em prática a eleição de ter um representante dos trabalhadores no conselho de administração, que é uma lei que foi sancionada pelo presidente Lula no dia 28 de dezembro - afirmou.
Wagner Pinheiro descartou a possibilidade de abertura de capital dos Correios:
- Não há esta possibilidade.
Também não haverá qualquer tipo de modificação nas contratações realizadas pelos Correios, porque, segundo o presidente, ela continua sendo uma empresa pública, e por isso as licitações precisam obedecer a Lei 8.666.
Outro ponto importante do estatuto é que autoriza a criação de subsidiárias, mas não está prevista a criação de nenhuma especificamente.
Wagner Pinheiro disse que uma das questões urgentes que vão ser trabalhadas no início de sua gestão é a das franquias, que tiveram seus contratos prorrogados por causa de contestação das licitações que estavam sendo realizadas. A outra é e a do concurso público para a contratação de pessoal, que precisou ser cancelado no ano passado e ter o processo reiniciado.
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