Mostrando postagens com marcador igualdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador igualdade. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de janeiro de 2018

TEMA DO FILME PEQUENO PRINCIPE - LILY ALLEN - SOMEWHERE ONLY WE KNOW - HD



Em tempos difíceis, a simplicidade pode ser a chave para fortalecer a luta por uma sociedade mais justa e solidária, lugar que cada um de nós saberá onde porque construído por todos.
Que os princípios da Liberdade, Igualdade e Fraternidade nos auxiliem e nos conduzam a dias mais felizes!
*******************************************************
Um Lugar Que Só Nós Conhecemos (Filme O Pequeno Príncipe)
Eu andei por uma terra desabitada
Eu conhecia o caminho como a palma da minha mão
Eu senti a terra sob meus pés
Eu sentei ao lado do rio e ele me completou
Oh, simplicidade, para onde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar
Eu passei por cima de uma árvore caída
Eu senti seus ramos olhando para mim
Esse é o lugar, onde costumávamos nos amar?
Esse é o lugar com o qual eu tenho sonhado?
Oh, simplicidade, para onde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar
E se você tiver um minuto por que nós não vamos
Falar sobre isso num lugar que só nós conhecemos?
Isso poderia ser o final de tudo
Então por que nós não vamos
Para algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos
Oh, simplicidade, para onde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar
Então se você tiver um minuto, por que nós não vamos
Falar sobre isso num lugar que só nós conhecemos?
Isso poderia ser o final de tudo
Então porque nós não vamos
Então porque nós não vamos
Isso poderia ser o final de tudo
Então porque nós não vamos
Para algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos?

domingo, 27 de setembro de 2015

Direitos das minorias devem ser garantidos.

"O diálogo contínuo e de construção de confiança entre os diferentes atores da sociedade deve ser assegurado e os mais vulneráveis ouvidos e assistidos. Caso...
NACOESUNIDAS.ORG

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS E FELIZ 2014!

Aos amigos agradeço a gentil e generosa companhia em 2013!

Desejo Ano Novo de grandes e felizes realizações, sabedores das necessárias etapas de superação, notadamente por melhor justiça!


Graças à confiança e colaboração mútua continuamos na luta por dias melhores, desejando, ardorosamente uma sociedade mais livre, igualitária e fraterna, onde prevaleça o melhor Direito.

Melhor Direito que assim é, se atender as necessidades básicas dos seres, nas suas particularidades, e com o devido e recíproco respeito às diferenças.

Que o respeito pela dignidade da pessoa humana, em todos os níveis, seja um valor central no cotidiano de nosso país e do mundo.

Boas Festas e Feliz 2014 !

domingo, 8 de dezembro de 2013

BRASIL:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO CELEBRA CASAMENTO CIVIL COLETIVO DE HOMOAFETIVOS (GAYS)

Rio celebra casamento gay coletivo/130 casais participam


Rio de Janeiro realiza primeiro casamento coletivo de casais homossexuais
8.dez.2013 - Casais homossexuais oficializam matrimônio em uma cerimônia no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, neste domingo (8). O Programa Estadual Rio Sem Homofobia --órgão do Governo do Estado vinculado à Secretaria de Assistência Social, um dos organizadores do evento -- anunciou a cerimônia como "o maior casamento coletivo entre pessoas do mesmo sexo do mundo

" Leia mais Julio Cesar Guimaraes/UOL

O auditório da Escola de Magistratura do Estado do Rio, no centro da cidade, ficou lotado na tarde deste domingo (8) para a celebração do "maior casamento coletivo gay do mundo", segundo definiu a organização do evento.

Com capacidade para 800 pessoas sentadas, pelo menos 1200 acompanharam a oficialização da união de gays, lésbicas e uma pessoa transexual que casou com o companheiro. No início da cerimônia, alguns dos 130 casais que participavam da celebração ainda estavam em pé.

O casal Marcos José Carvalho , 51, e Celso Cândido da Silva, 68, tinha um motivo especial para comemorar o casamento. Eles esperaram trinta e quatro anos – tempo que estão juntos – para que pudessem dizer que estão casados.

"Sempre tive a esperança que esse dia chegaria e finalmente chegou. Enfrentei tempos difíceis. Corri muito da polícia que perseguia os homossexuais. O dia de hoje é uma vitória. Uma conquista de direitos", disse Celso.

O casamento foi apenas no civil, mas muitas noivas não perderam a oportunidade de casar de véu e grinalda. A manicure Sancha Ingrid Camizão, 26, usou o vestido branco tradicional. A esposa Patrícia Venâncio de Aguiar, 26, preferiu o terno. Elas estavam acompanhadas dos três filhos, Cauã, 9, Cauane, 5, e Patríck,7.

"Achava que esse dia nunca iria chegar. Quando ela me pediu em casamento eu quase desmaiei. Não consigo palavras para dizer o que estou sentindo nesse momento", disse Sancha.

Ela foi pedida em casamento este ano. "Eu pedi a Sancha em casamento no dia do aniversário dela. Contratei um carro de telemensagem e me ajoelhei na frente de todo mundo, amigos, parentes", contou Patrícia. "Achei que iria desmaiar", lembrou Sancha.

A cerimônia teve início com a apresentação do coral do Tribunal de Justiça que cantou a música "Amor, I Love You", sucesso na voz de Marisa Monte, seguido do hino nacional cantado pela travesti Jane di Castro, célebre figura da cena gay carioca. Logo em seguida, autoridades de órgãos públicos parceiros do evento afirmaram a importância do ato.

O coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia e idealizador do projeto, Cláudio Nascimento, recitou um poema do português Fernando Pessoa. "O amor é que é essencial. O sexo é só um acidente. Pode ser igual. Ou diferente".

Ao fim da cerimônia, os casais trocaram votos e as alianças. As juízas Rachel Cipriano e Rachel de Oliveira declararam os noivos oficialmente casados, e os 130 casais se beijaram ao mesmo. 

"Esse momento é importante para mostrar que a lei é igual para todos. Se um dia eu morrer, tudo o que é meu será do meu esposo. O amor é igual. O direito é o mesmo. É um dever da Justiça, da lei, do país estar a nosso favor. Somos um casal como qualquer outro casal", disse Ronald da Silva, 23, oficialmente marido de Renato Fernandes Venâncio, 40.

O casamento coletivo foi uma ação conjunta do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, por meio da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio, a Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro e a Arpen (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro).

domingo, 20 de fevereiro de 2011

BRASIL: INCLUSÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


Em recente palestra proferida pelo Dr. Luiz Alberto David de Araújo, junto a Escola Paulista de Magistratura, interessante ressaltar a sabedoria com a qual o Ilustre Advogado abordou um tema tão delicado, que por vezes, muitos de nós nem tocamos, por vários motivos, sempre com péssimas e esfarrapadas desculpas.

Durante boa parte da exposição/conversa que o Douto Advogado manteve com a sua platéia, composta nitidamente por servidores do Poder Judiciário, de forma contundente e persuasiva, demonstrou o quanto estamos "distantes" das necessidades de nossos conterrâneos e amigos brasileiros, muitos até parentes próximos, que há muito abandonamos à própria sorte.

Faço alusão a palestra acima porque, no meu íntimo, tocou-me profundamente a maneira com a qual o Nobre palestrante se debruçou em tão importante avaliação e análise, conduzindo seus espectadores, inclusive a mim, que posteriormente acessei ao precioso vídeo que tratou do tema, a refletir sobre as nossas responsabilidades sociais.

Portanto, esse breve comentário, deve-se muito as lembranças dos compromissos que temos com a sociedade, resgatadas e confirmadas, em grande medida, pelas palavras enfáticas do Dr. Luiz Araújo.

"A Justiça e a pessoa com deficiência”,  foi o título de tão importante encontro jurídico,  em 04.02.2011, que também está aberto o acesso remoto e virtual, através do endereço eletrônico  da APAMAGIS (Associação Paulista de Magistrados), na seção “Central de Vídeos” da página da Apamagis (www.apamagis.com.br). 

O Ilustre Professor Doutor, faz menção a diversas questões importantes, dentre elas àquela que diz respeito a correta denominação das "pessoas com deficiência", na qual me alinho ao mesmo pensamento, porque também compreendo que ninguém é portador de necessidade especial mas, efetivamente a pessoa tem a deficiência e precisa ser tratada exatamente por tal peculiaridade, com todo respeito e condições de melhor autonomia.

Portanto, a pessoa tem a deficiência e, exatamente por isso, deve receber tratamento diferenciado em seu favor, para não permanecer em condições de inferioridade aos demais brasileiros. 
Ademais, denominações diferenciadas, no meu sentir, apenas tipificam nomes variados para a mesma situação, em que vivem milhoes de brasileiros, para os quais, o que interessa não são as denominações (portadores de necessidades especiais, deficientes, pessoas com deficiência...) mas as condições de superação das desigualdades impostas, ou não  ajustadas pela sociedade, o que, obviamente, traz enormes transtornos, constrangimentos e inacessibilidade aos direitos básicos do ser humano.

No semestre passado, em sala de aula, perguntei aos alunos onde estavam seus amigos com alguma deficiência. Amigos, que iniciaram a caminhada escolar, mas que, em algum momento foram deixados ao longo da jornada. As respostas foram as mais diversas. Entretanto, nenhuma refletiu a clara necessidade de inclusao, ou reinclusao dos deficientes por um desejo do grupo social. Isto porque, ainda se vende a idéia equivocada, de que a responsabilidade é única e exclusivamente do Estado ou do Governo.
Precisamos mudar radicalmente nosso comportamento omisso e discriminatório.

Não é aceitável tratarmos desta questão superficialmente, ou de forma distanciada, enquanto milhões de brasileiros estão sofrendo cotidianamente as dores e as dificuldades, por exemplo, pela insuficiência ou inexistência de acessibilidade aos transportes públicos, às escolas, às ruas com a devida sinalização, aos clubes, ao cinema, teatro, banheiros públicos, etc. Temos situações péssimas de acesso, inclusive nas instituições públicas, que deveriam ser faróis de guia para as instituições privadas.

Pessoa com deficiência não é apenas o cadeirante, mas também àquele com dificuldade de visão, audição, concentração e tantas outras deficiências.

Devemos estar atentos porque, não  é somente uma questão de boa vontade e humanidade, e também não é favor.  Muito pelo contrário, estes brasileiros apenas querem que seus direitos sejam respeitados, e necessitam da aplicação efetiva da leis, notadamente a Lei Maior que é a nossa Constituição, que em seu texto determina de forma cristalina, que não deve haver discriminação de qualquer espécie.
A educação e a convivência com os diferentes é que nos farão rever nossos conceitos. Aliás, nossos preconceitos, foram reforçados por conta de uma cultura excludente e discriminatória, simbolizada por uma época em que o sujeito de óculos era chamado de quatro olhos, no sentido pejorativo.

Parafraseando o Dr. Luiz Araújo, não devemos excluir pelo preconceito, vamos incluir e verificar. Certamente teremos ótimas e positivas surpresas quando arriscarmos e incluirmos. Tanto para  crescimento do grupo quanto da própria humanidade, que conseqüentemente, também apreenderá mais nas adequações das diferenças e no convívio diversificado. 

Por não sermos iguais apreendamos com a diferença, e façamos valer, aonde estivermos, a aplicação da Constituição e o acesso aos direitos humanos básicos.